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Malhar o Judas em 2026 é não eleger os traidores da pátria

  • Foto do escritor: Fernando Mineiro
    Fernando Mineiro
  • 4 de abr.
  • 2 min de leitura

Você sabe de quem estou falando. Tenho certeza de que, ao ler o título do nosso artigo de hoje, você pensou em pelo menos uma família e em mais cinco ou seis nomes de políticos que vêm trabalhando abertamente contra o Brasil, prejudicando o povo brasileiro em favor dos interesses de países estrangeiros.

 

São todos traidores da pátria, os novos vendilhões da República.

 

Na tradição popular, o Sábado de Aleluia, que antecede a Páscoa, é o dia de malhar o Judas, o apóstolo que se fingiu de bom amigo e traiu Jesus.

 

Assim como no Império Romano, as democracias participativas de hoje também estão cheias de “judas”. Mas, diferentemente daquela época, nossa arma está no voto — não na tortura ou em qualquer outro tipo de violência.

 

Quem comemorou quando os EUA taxaram em 50% os produtos brasileiros é um traidor da pátria. Quem oferece nossas terras raras, com enorme potencial de recursos naturais, em troca de apoio político é um traidor da pátria. Quem comete crimes contra a democracia, ameaça as instituições e foge do país para não ser julgado e punido pelas leis brasileiras é um traidor da pátria. Quem tenta dar um golpe de Estado para permanecer no poder, contrariando a decisão soberana da maioria do povo, é um traidor da pátria.

 

Temos vários exemplos de traidores e traidoras da pátria no Brasil, incluindo alguns representantes também no Rio Grande do Norte. Boa parte deles, inclusive, usando o nome de Jesus para enganar a população.

 

Estamos diante de uma oportunidade histórica em 2026: impedir o avanço da extrema direita — a casa ideológica dos Judas de hoje — e expurgar do Congresso Nacional traidores e traidoras que não têm outro projeto senão tomar o Senado, derrubar ministros da Suprema Corte que ainda defendem nossa democracia e retirar da cadeia o líder de uma organização criminosa que foi julgado e preso por tentar dar um golpe de Estado no país.

 

Não esqueça: malhar o Judas, em 2026, é não eleger os traidores da pátria brasileira.Mas, mais do que isso, é assumir a responsabilidade pelo futuro do país — porque, na democracia, não basta reconhecer os traidores: é preciso impedir que eles voltem ao poder.

Deputado Federal Fernando Mineiro

Sobre mim

Fernando Mineiro foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte (RN) em 2022, com 83.481 votos. Em sua trajetória política, cumpriu quatro mandatos como vereador na Câmara Municipal de Natal e outros quatro como deputado estadual na Assembleia Legislativa do RN.

 

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