O Plano L para o Brasil avançar ainda mais
- Fernando Mineiro

- 13 de abr.
- 2 min de leitura

Sempre que leio um jornalista ou blogueiro duvidar da capacidade do presidente Lula, paro e penso:
"Mas essa gente não aprende? Essa turma não tem memória? Eles não conhecem a história?"
Lula é considerado uma “força da natureza” até por adversários — e não é por acaso. O nosso camisa 10 tem o molho, como se diz hoje.
Na semana passada, estive no município de Severiano Melo participando do lançamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Lá, o governo Lula está investindo R$ 400 mil na compra de mel, caju e peixe para fortalecer a alimentação dos alunos das escolas do município.
Fiz questão de destacar: esses alimentos só estão chegando à mesa de crianças e adolescentes de Severiano Melo porque Lula voltou a governar o Brasil, após um período sombrio em que vimos a extrema direita interromper projetos e avanços sociais, atacar nossa democracia e nossas instituições, e até tentar se manter no poder por meio de um golpe.
A retomada e o fortalecimento do Minha Casa, Minha Vida — que havia sido paralisado no governo Bolsonaro —, a criação do programa Pé-de-Meia, que garante incentivo financeiro a estudantes que concluem o ensino médio, o Mais Especialistas, que já se desenha como uma revolução na saúde, e a aprovação da Lei Antifacção, com penas mais duras para criminosos, especialmente no topo das organizações, são provas concretas de que o Brasil voltou a andar para frente.
E não para por aí: o país registra queda no desemprego, atingindo níveis historicamente baixos, e crescimento econômico acima até das projeções mais otimistas do mercado.
Neste terceiro mandato, mesmo diante de guerras internacionais com impactos econômicos no Brasil, de um cenário global instável e do avanço da extrema direita no mundo — que, aqui, trabalha diariamente para sabotar o país —, Lula tirou pela segunda vez o Brasil do mapa da fome e segue implementando políticas públicas que melhoram, de fato, a vida do povo.
Nosso camisa 10 está pronto para disputar mais uma partida de quatro anos, em busca do tetracampeonato. Mas, como já disse antes, não basta assistir: todos nós precisamos entrar em campo.
Seja na luta diária nas redes sociais, combatendo a desinformação e mostrando a verdade; seja nas ruas, dialogando com os indecisos e deixando claro o que está em jogo.
É dizer com todas as letras o óbvio: de um lado, existe um projeto popular, comprometido com a redução das desigualdades, a distribuição de renda e a ampliação de direitos. Do outro, está um projeto marcado pela destruição do Estado, pela disseminação do ódio e pela intolerância.
Não se trata apenas de uma escolha simples. Em 2026, vamos decidir que país queremos ser — e de que lado da história queremos estar.



