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Rejeição de Messias ao STF pelo Senado é ataque a Lula e às instituições

  • Foto do escritor: Fernando Mineiro
    Fernando Mineiro
  • 30 de abr.
  • 1 min de leitura

A rejeição, pelo Senado, do nome de Jorge Messias para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal não é um fato trivial: o que assistimos foi um ataque direto ao presidente Lula e uma grave ameaça institucional à independência e à autonomia entre os Poderes da República.


A indicação de ministros do STF é, antes de tudo, uma prerrogativa constitucional do presidente da República, e assim deveria ser respeitada, independentemente de alinhamentos ideológicos ou conveniências políticas.


Quando o presidente do Senado atua deliberadamente para barrar uma indicação presidencial com o objetivo de enviar recados políticos e impor um nome de sua preferência, avança perigosamente sobre um terreno que fragiliza o equilíbrio entre os Poderes.


Mais preocupante ainda é ver a maioria do Senado se alinhar ao bolsonarismo, alimentando forças que flertam com práticas autoritárias e contribuem para disseminar o ódio e enfraquecer instituições democráticas como o STF e o próprio Congresso.


Diante desse cenário, fica ainda mais evidente a importância decisiva das eleições de 2026 para o futuro do país. Reeleger Lula é fundamental, mas não basta. É preciso apoiar deputados e senadores progressistas alinhados com um projeto de país que avance na conquista de direitos, preserve nossa democracia e fortaleça nossas instituições.


Mais do que nunca, será preciso decidir de que lado da história o Brasil quer estar: o da consolidação democrática ou o da sua destruição.

Deputado Federal Fernando Mineiro

Sobre mim

Fernando Mineiro foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte (RN) em 2022, com 83.481 votos. Em sua trajetória política, cumpriu quatro mandatos como vereador na Câmara Municipal de Natal e outros quatro como deputado estadual na Assembleia Legislativa do RN.

 

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