Bolsonaristas do RN precisam ser cobrados por tentativa de entrega do Pix a Trump
- Fernando Mineiro

- 8 de jun.
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O Rio Grande do Norte quer saber qual é a opinião dos bolsonaristas Rogério Marinho, Styvenson Valentim, Álvaro Dias e agregados no Estado sobre a ameaça representada pela candidatura de Flávio Bolsonaro ao sugerir a entrega do Pix aos interesses de Donald Trump, como insinuou seu irmão, Eduardo Bolsonaro, há poucos dias.
Por enquanto, como de costume, o que se vê é apenas o silêncio constrangedor de quem não consegue defender tamanho ataque à soberania nacional.
Flávio Bolsonaro, que em sua mais recente viagem aos Estados Unidos trouxe na bagagem um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros comercializados no mercado norte-americano, já começa a ser comparado a Fernando Collor de Mello, o presidente que prometeu, durante a campanha, que não confiscaria a poupança dos brasileiros e, uma vez eleito, fez exatamente o contrário.
Esse filme o Brasil já assistiu e sabe que não vale a pena ver de novo.
Sempre muito eloquente quando o assunto é atacar o PT, Rogério Marinho é coordenador nacional da campanha do TariFlávio e ainda não se pronunciou. O mesmo silêncio toma conta de Álvaro Dias, Styvenson Valentim, general Girão, sargento Gonçalves e os demais aliados do bolsonarismo no RN.
A pergunta que fica é simples: os bolsonaristas do Rio Grande do Norte também concordam com a ideia de enfraquecer o Pix, um patrimônio tecnológico e financeiro construído pelo Brasil e incorporado ao dia a dia de milhões de brasileiros?
O povo potiguar cobra uma resposta. Com a palavra, aqueles que vão votar em TariFlávio para presidente da República.



