Pesquisas apontam crescimento de Lula sobre indecisos e indicam caminhos para a vitória em outubro
- Fernando Mineiro

- há 4 dias
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Mais uma pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (15) indica a melhora nos índices de aprovação do governo Lula e o desejo da maioria do povo em reeleger o presidente para o quarto mandato. Em um eventual 2° turno, Lula subiu de 47% para 49% enquanto Flávio Bolsonaro ficou estagnado em 43%, uma diferença de 6 pontos, a maior da série histórica e já fora da margem de erro.
O contexto é muito importante nesse momento. O novo levantamento da Nexus/BTG dialoga com as últimas pesquisas da Genial/Quaest, Atlas/Intel e DataFolha, todas confirmando um crescimento das intenções de voto em Lula e da melhora na percepção do governo. Quando diferentes pesquisas passam a indicar tendências semelhantes, o resultado ganha relevância analítica e sugere movimentos que vão além das oscilações pontuais.
A coesão das pesquisas é um ótimo sinal, mas os números mostram que a disputa ainda está aberta e longe do fim. As eleições de 2026 caminham para consolidar a polarização que assistimos nos últimos anos, entre a campo progressista e a extrema direta, deixando inviável uma terceira via.
É exatamente o que revela os números da Nexus/BTG, faltando quatro meses para as eleições.
Como o representante da família Bolsonaro permaneceu onde estava, é possível perceber que Lula cresceu sobre os indecisos, indicativo fundamental para definir a estratégia do campo progressista daqui até outubro.
Esse crescimento sugere que os eleitores estão separando o joio do trigo, comparando trajetórias, e cada vez mais conscientes sobre quem são e que projeto de país representam Lula e Flávio Bolsonaro.
Por isso, o diálogo com quem ainda não decidiu o voto é ainda mais essencial a partir de agora. Mostrar as boas ações do governo Lula e como elas têm melhorado a vida das pessoas é premissa básica. Mas é preciso ir além e entender que a disputa é política, o que inclui relembrar a tragédia humanitária que foi o governo Bolsonaro, comparando-o com os primeiros governos do PT lá atrás e com os últimos quatro anos de reconstrução do país liderado por Lula.
É fundamental explicar, para quem ainda não entendeu, a necessidade de mantermos uma estabilidade democrática no Brasil e garantir nossa soberania frente aos ataques, sobretudo econômicos, de países estrangeiros.
Essa encruzilhada histórica não nos permite retroceder a tempos sombrios, como os que vivemos recentemente. O povo sonha e quer um Brasil de esperança e mais justo. E esse país só é possível com Lula reeleito e um Congresso alinhado aos desejos reais da nossa sociedade.



